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Dalmo, o IPTU, e outros tributos mais …

Tenho lido a coluna do Dalmo diariamente, e, verdadeiramente: vale a pena ler de novo!!!  Aliás, ainda é o que há de melhor para se ler nesses tempos de incríveis acontecimentos.

Um diz que não fez o que fez, e o outro, diz que fez o que não fez. Como de hábito, diz-se ainda que amanhã se desfará o que se fez, mas não fará tudo outra vez …

A coluna do Dalmo de hoje me realiza, como em regra realiza ouvir ou ler fatos despidos de idiossincrasias mal nascidas, mas não realiza a quem deveria luzir, alumiar e realizar.

Os milhares que não quiseram ouvir, não ouviram que a solução é redução de custos, de mordomias, de salários e de cargos, em favor da eficácia e de gestão, e vão pagar, como eu, mais uma vez, a conta da inoperância.   

 

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A tal Coluna: está publicada no diarinho de hoje (13):

 

Calça de veludo e cu de fora…

15 e 16 de março de 2003

Pais de alunos do colégio Nereu Ramos reclamando do abandono do colégio, caindo aos pedaços, como, aliás, está toda a rede estadual de ensino de Santa Catarina.

O delegado Regional de polícia, dia destes, na Associação Comercial e Industrial de Itajaí, lamentava a situação em que encontrou a sua repartição, sem funcionário, faltando tudo para dar-lhe um mínimo de funcionalidade.

A saúde no Estado está à morte.
Estradas estaduais estão intransitáveis por falta de conservação.

Presídios estão entupidos de presos, constituindo-se em verdadeiros “barris de pólvora”. Enfim, o estado está insolvente, o que é comprovado pelo fato do governador viver fazendo verdadeira “ponte aérea” para Brasília, de pires na mão, em busca de um dinheiro aí.

Mas tem coisa que não dá pra entender. Enquanto vemos a penúria em todos os setores da administração estadual, Luiz Henrique vai “torrar” 31 milhões na aquisição de cinco propriedades do Besc. Uma delas para instalar o “Palácio dos Despachos”, que hoje está ali na Praça dos Três Poderes, para jogá-lo para as margens da estrada das praias, na capital.Não bastasse isso, Luiz Henrique já determinou que o Escritório da Representação do Estado, em Brasília, seja transferido para uma esplendorosa mansão às margens do Lago Sul. Local distante e onde o aluguel de imóvel custa “caralhões”.

Luiz Henrique está montando uma administração complexa e altamente onerosa, pois só administrações regionais serão perto de 50.

Será isso mania de grandeza? Com o Estado na merda, o governador não deveria continuar despachando ali mesmo no centro da Capital? Pior vai ocorrer com a mudança da representação em Brasília. Hoje em pleno centro Comercial da Capital, com instalações condignas. Com a vantagem de cidadão nem precisar de táxi pra se deslocar, por exemplo, de setor comercial ou dos hotéis para ir até lá. E na hora que a representação for jogada pro Lago Sul, quem quiser ir até lá, de táxi, vai gastar, no mínimo, 150 reais de ida e volta. O lugar não poderia ser pior para uma representação de um Estado em Brasília. Salvo se o governador quiser fazer daquilo um “puteiro”. Como o Jorge Bornhausen fazia quando era presidente do Besc e mantinha um “rendevú” num andar inteiro do banco, no centro do Rio.
Não estaria faltando ao lado do Luiz Henrique alguém de boa cabeça, que o fizesse refletir antes de jogar dinheiro do povo fora?

Belo exemplo

Dia destes, um cidadão viajava com seu carro, nas proximidades de Caiobá, no litoral paranaense, quando foi parado numa blitz. Os policiais examinaram seus documentos e ele foi liberado por estar tudo em ordem.
Pra surpresa dele, logo adiante, outro policial de moto fez sinal que parasse. Mas, a preocupação inicial com essa nova parada, logo se desfez. Pois o militar graduado disse querer, apenas, saber se os policiais que atuavam na blitz ali atrás o tinham tratado com respeito e se ele teria alguma queixa a fazer.
Belo exemplo a ser seguido pela polícia Militar de Penha que durante a Festa do Marisco fez o diabo com a turistada e com os tolos que se aventuravam ir até lá.

 

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